Ferramentas de texto
Tudo aqui mexe em texto que você cola: contar, converter, limpar ou analisar. Nenhuma delas envia o que você escreveu para lugar nenhum — a conta acontece dentro do seu navegador, e fechou a aba, sumiu. É o que permite colar aqui aquele texto que você não colaria num site qualquer.
- Contador de caracteres
Caracteres, palavras e linhas na hora, e se cabe no limite do X, do Instagram ou do Google.
- Conversor de texto
MAIÚSCULAS, minúsculas, título, sem acento, endereço de site ou espaços limpos — na hora, do jeito que o português pede.
- Limpar formatação
Tira espaço duplo, espaço invisível, tabulação e linha em branco de texto colado do Word ou do PDF — e conta quantos achou de cada um.
- Texto com cara de IA
Cole o texto e veja onde ele soa a máquina: muleta, fórmula pronta, frase sempre do mesmo tamanho. Sai com nota e o comando para consertar.
- Remover linhas duplicadas
Cole a lista e tire as repetidas — e veja o que repetiu, quantas vezes e onde, inclusive o que só parecia diferente por causa de caractere invisível.
- Ordem alfabética
Cole a lista e ela sai em ordem: acento no lugar certo, “item 2” antes de “item 10”, número brasileiro e nomes pelo sobrenome.
- Removedor de acentos
Tira acento, til e cedilha mantendo a caixa e os emojis — e avisa o que mudou, o que não é acento e quais linhas viraram a mesma linha.
- Inverter texto
Texto ao contrário, palavras ou linhas invertidas, e de cabeça para baixo com os acentos do português virados junto — que é o que os outros deixam de pé.
- Numerar linhas
Põe 1., 1), [1], romano ou letra na frente de cada linha — começando onde você quiser, de N em N, com o 9 alinhado com o 10 e sem comer o número que já é do seu texto.
- Extrair e-mails
Puxa os endereços de qualquer texto colado — inteiros, com o apelido depois do + e com acento, que as outras cortam calada — e diz o que consertou e o que recusou.
- Localizar e substituir
Troca vários termos de uma vez, numa passada só — e quando uma linha não acha nada, diz por quê e traz o botão que resolve.
- Extrair URLs
Puxa as URLs de qualquer texto colado — sem ponto final grudado, sem parêntese sobrando, e achando também o domínio nu que a concorrência devolve como lista vazia.
- Extrair números
Puxa os números de qualquer texto colado — lê milhar e decimal juntos sem cortar o preço em dois, e nunca confunde o hífen de telefone, CEP ou CPF com sinal de menos.
- Gerador de Lorem Ipsum
Texto de recheio por parágrafo, frase ou palavra, com opção de já sair em HTML — sem repetir sempre o mesmo bloco.
- Gerador de lero-lero corporativo
Frase ou parágrafo corporativo pronto para colar no e-mail ou no Slack, sorteado na hora — com opção de semente para repetir o mesmo resultado.
- Gerador de slug de URL
Cole um título ou uma lista inteira e copie o endereço: minúsculo, sem acento, com hífen no lugar do resto — um slug por linha, sem emendar a lista toda.
- Lista com marcadores
Cole o texto e cada linha vira um item — traço, asterisco, bolinha ou HTML pronto. Marcador que já existir na linha é trocado, não emendado.
- Contador de linhas e parágrafos
Linhas, linhas em branco e parágrafos de um texto colado, com o maior, o menor e a média de palavras entre os parágrafos.
- Contador de linhas da redação
Cole o rascunho e veja quantas das 30 linhas da folha do Enem ele ocuparia na sua letra — a régua sai de 20 redações comentadas pelo Inep, medidas aqui.
- Escapador de HTML
Escape & < > e aspas, ou todo caractere fora do ASCII, para colar seguro dentro do código — ou desfaça entidade nomeada, decimal ou hexadecimal que já existir.
- Codificador e decodificador de URL
Percent-encoding (%XX) nos três formatos que a busca pede: componente, URL inteira ou formulário — com o motivo de cada um dar um resultado diferente.
- Codificador e decodificador de Base64
Codifique texto em Base64 ou decodifique de volta — funciona com acento, emoji e aspas curvas, que travam ferramentas feitas só com btoa puro.
- Removedor de tags HTML
Cole HTML e fique só com o texto — sem apagar comparação matemática, sem vazar JavaScript de dentro de <script>, sem quebrar em '>' preso dentro de aspas.
Para entender a conta
- O que zera a redação do Enem
Não é fuga ao tema: mais da metade dos zeros é folha em branco. Contamos motivo por motivo em dez anos de microdados do Inep — 35,7 milhões de redações corrigidas.
- 30 linhas na folha do Enem, e a letra decide quanto cabe
Medimos a folha de redação dentro do PDF do Inep: 30 linhas, 6,5 mm entre pautas, 163 mm de largura — e 174 mm desde 2025. Na mesma folha, a letra miúda cabe 47% mais texto que a grande.
- Quantas linhas a redação pede: 5 das 9 provas não dizem
Lemos o edital, o manual e o caderno de nove provas — Enem, Fuvest, Unicamp, UERJ, CNU e Cebraspe. Cinco não publicam o número, e o da Unicamp que circula saiu de um telefonema para a assessoria de imprensa.
- Copiar o texto motivador: 18 das 20 redações do Inep copiam
Medimos as 20 redações que o Inep publicou contra a proposta de redação da prova delas. Quase toda a cópia é a frase-tema, e a maior sequência do corpus tem 15 palavras — o tema inteiro, duas vezes na mesma redação.
- Redação em Braille: piso de 10 linhas e nenhum teto
O 10 saiu de um estudo que o Inep encomendou e publicou: 20 redações transcritas para o Braille, e 10 é a menor delas. O mesmo estudo recomendou um teto de 115 linhas, que não está em nenhum dos sete editais que lemos, de 2020 a 2026.
- O mínimo de linhas da redação do Enem é 8
Nenhum documento do Inep escreve esse número: os quatro cortam por baixo, em “até 7 (sete) linhas”. Lemos os PDFs na origem, conferimos 12 páginas que respondem essa pergunta — e a maioria erra.
- Quantos caracteres tem a redação do Enem
2.769 caracteres com espaço na mediana, medidos uma a uma nas 20 redações que o Inep publicou — e a mesma redação responde essa pergunta com cinco números diferentes, todos certos.
- Quantas linhas tem a redação do Enem
Trinta no máximo, oito no mínimo, cada número com o documento oficial onde está escrito — e quanto texto cabe ali, medido em 20 redações comentadas pelo Inep.
- toLocaleUpperCase() sem locale erra 6 em cada 10 nomes de cidade brasileira
toLocaleUpperCase() sem argumento segue o idioma do sistema, não o da página: num aparelho em turco, o i minúsculo maiusculiza pontilhado. Medimos as 5.298 cidades distintas do IBGE — 3.209 saem com uma letra errada, Rio de Janeiro incluído.
- new Set() não acha duplicata com acento — errou 9 das 18 capitais do Brasil
Lemos o código real de um concorrente: ele remove linha duplicada com new Set(lines), que não junta duas grafias diferentes da mesma letra acentuada. Testado nas 18 capitais e nos 5.571 municípios do IBGE — errou 2.299 pares de cidade.
- O regex que tira tag HTML devolve 13 vezes mais texto do que existe — e 84% é JavaScript
Medimos o one-liner replace(/<[^>]*>/g, "") em 35 páginas brasileiras reais, com um Chromium de verdade como régua: 95,1% do JavaScript e do CSS sobrevive à limpeza e sai misturado ao texto, nas 35 de 35.
- Por que o link quebra quando você cola
O parêntese quebra o link dos dois lados: a função que todo site usa não o escapa, porque segue uma norma aposentada em 2005, e o detector de link corta nele, porque a regra do Markdown manda contar parênteses.
- Base64 não é criptografia — e aumenta o arquivo em 33%
O RFC 4648 nega por escrito qualquer confidencialidade do Base64 — e o “33% a mais” que todo mundo cita só vale como limite: medimos overhead que chega a TRIPLICAR o tamanho num único byte, o caso mais comum de todos.
- Ordem alfabética em português: por que Array.sort() põe Álvaro de Carvalho depois de Zé Doca
Medimos os 5.571 municípios do IBGE: sort() sem locale não deixa palavra acentuada só “estranha no fim” — exila 37 cidades para as últimas 37 posições da lista, sempre, com uma delas pulando 5.493 lugares de uma vez.
- Por que a IA usa tanto travessão
Medimos 38 textos em português: Machado de Assis usa mais travessão que texto gerado. O que separa não é a quantidade, é a função.
- Por que o texto copiado do Word chega cheio de caractere invisível
Medimos 46 documentos: .docx do governo, PDFs e páginas web. O que o Word põe no seu texto não é invisível — é parecido, e é por isso que quebra busca e planilha.
- Maiúscula em título: a regra do português não é a do inglês
Duas convenções válidas, cada uma com um documento oficial atrás — e a que capitaliza tudo é do inglês. Medimos 70 títulos brasileiros para ver qual o país usa.
- Quando tirar o acento de um texto
Onde o acento tem que sair e onde tirar destrói informação. Medimos os 5.571 municípios do IBGE: oito pares viram o mesmo nome sem acento.
- O que é slug de URL
Medimos 1.390 endereços de seis veículos brasileiros: nenhum usa acento, maiúscula ou sublinhado, e 83,4% são o título passado por uma conversão automática.
- Detector de IA funciona?
A OpenAI desligou o detector dela por acertar 26%. Um estudo de Stanford acusou 61% das redações de estrangeiros. O que eles medem não é autoria.
- Professor consegue saber se a redação foi feita com ChatGPT?
Medimos 20 redações escritas à mão na prova do Enem e 10 geradas por IA: os dois grupos se encostam. O que prova é o arquivo, o histórico e a arguição.
- Emoji conta como quantos caracteres
Medimos o catálogo inteiro do Unicode 17: para você cada emoji vale um, e para o computador o mesmo emoji vale de 1 a 15. É por isso que o post não publica.
- Título e descrição no Google: o corte é em pixel, não em caractere
Medimos 746 títulos de sites brasileiros: dois com a mesma contagem de caracteres diferem em quase cem pixels, e só um deles aparece inteiro na busca.
- Limite de caracteres do WhatsApp
O número que a busca devolve é da plataforma que empresa contrata, não do aplicativo do seu celular. Abrimos as páginas que respondem essa busca: quase nenhuma diz de onde tirou.
- O Google penaliza texto feito por IA?
Não penaliza, e dá para datar: em 6 de março de 2024 o Google apagou a política de conteúdo gerado automaticamente. Medimos 47 capturas no arquivo da web, 7 versões do manual dos avaliadores e 29 páginas que a busca devolve em português.
- As palavras que entregam um texto escrito por IA
A lista inteira de expressões que denunciam texto gerado, com o que cada uma custa — e a medição que diz quais delas são só português comum.
- Limite de caracteres em cada rede social
Quantos caracteres cabem no Instagram, X, TikTok, YouTube, LinkedIn, Bluesky e Google — com a fonte oficial de cada número, e o que ninguém publica.